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Letra da música Manifesto

[Intro]
Olha os sentimentos, louco
Música é igual a luta do povo, é universal
Só tem que ter identidade, né não?

[Verso 1: GOG]
É, entre Obama, Osama, Revolução Cubana
E o drama das Américas, semana a semana
Onde centralizo meu tema, ligo a antena
Conectado transmito texto
Único pretexto: um hip hop sem fronteiras
Onde as trincheiras, ritmo, amor, criatividade, coletividade
Hão de implodir a mediocridade capitalista
Que não traz seu nome na lista
Mais que artista, o profissional da rima, sou quem escreve a sina
Acima de tudo, um cidadão mundo
Segundo, de verdade, sinto a grande, imensa necessidade
De juntar as metades, formar uma completa cidade
Com cubanos, americanos, hermanos, hermanas
Palestinos, timorenses, nações africanas
Coloquem suas batas, amarrem as bandanas
Guerra e paz, causas humanas podem ser universais

[Refrão: Higo Melo]
Eu acredito nesse povo de paz
Que se mostra capaz de mudar, se mover
Que precisa olhar para trás e conhecer muito mais
Pra lutar e vencer

[Interlúdio]
Para acabar com a maldição da ideologia da sociedade consumista comum
Para que nossos desejos reprimidos de uma natureza mais autêntica possam ser conseguidos
Para demonstrar o contraste entre o que é a vida atual e o que poderia ser

[Verso 2: GOG]
O fantasma que nos ronda é o carma do consumismo
Promovendo o caos social, empurrando ao abismo
Sou Genival Oliveira Gonçalves, meus salves
Sou cavalo sem dono, selvagem aqui de passagem
Segue a mensagem, sem edição de voz ou de imagem
Analisem, avisem, capitalismo manda vertigem
Viagem, miragem desde sua origem
Progresso, trabalho em excesso, contaminando pela fuligem
Mentira, peça principal dessa engrenagem
Sem massagem, com chantagem
Hein, qual a vantagem? Nenhuma
Pouco lucro, nos matam na unha
Exterminam, publicam no jornal nossa alcunha
É grave, sem leitura, sempre bola na trave
Rasuras dos coronéis do Nordeste às ditaduras
As escuras da postura ainda persiste a selvageria
Contra mais-valia, só nos resta a rebeldia

[Refrão: Higo Melo]
Eu acredito nesse povo de paz
Que se mostra capaz de mudar, se mover
Que precisa olhar para trás e conhecer muito mais
Pra lutar e vencer

[Interlúdio]
É hora de levantar e ver que não podemos nos permitir e ficar presos neste labirinto
Não podemos nos submeter à desumanidade

[Verso 3: GOG]
Tô aqui, fechando de igual, na moral, com meu pessoal
O ritual dos que acreditam num pacto universal
Pelo amor, contra a dor, lutando com fervor
Contra a desigualdade, todo abuso que for
Quero calor humano, vamos bolar um plano?
Divisão justa? Quanto custa? Por que tanta assusta?
Na situação atual, final, luz ou treva, quem lucra, gera
A disputa na selva, ganha e não leva
Queremos na mesa lasanha, caju e castanha
Escolas dignas, onde o aprendiz feliz acompanha
Tranquilo, relaxar ouvindo o canto de Ossanha
Será que estamos pedindo demais na campanha?
Mais lenha na fogueira, gente nova nossa na trincheira
Vale do Ribeira, conselheiros, conselheiras
O vento da liberdade sopra pelas cordilheiras
Oxigenando, trazendo ar novo às terras brasileiras

[Refrão: Higo Melo]
Eu acredito nesse povo de paz
Que se mostra capaz de mudar, se mover
Que precisa olhar para trás e conhecer muito mais
Pra lutar e vencer

[Saída]
Eu estou preocupado com a estrutura, estou preocupado com o sistema de controle
Aqueles que controlam a minha vida, aqueles que procuram controlar ainda mais
Eu quero liberdade
É isso que eu quero e vocês deviam querer
A humanidade é boa demais, não somos um bando de miseráveis
Vamos nos levantar e vamos ser humanos
Vamos nos importar com as coisas verdadeiras, as coisas que importam
A criatividade, o espírito humano dinâmico se recusam a se entregarem

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