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Letra da música Desconstrução

[Verso 1: Victor Vitrola]
Tragou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua lata até como se fosse a última
E cada tiro seu como se fosse o único
E atravessou a boca sem seu passo tímido
Pirou o cabeção como se fosse máquina
Curvou pra não encarar quatro pessoas sólidas
Cachimbo pós cachimbo num desejo mágico
Seus olhos alarmados de silêncio e lágrimas
Sentou pra viajar como se fosse sábado
Comprou e não pagou como se fosse um príncipe
Antissocial como se fosse um náufrago
E descarregou como se ouvisse música
E tropeçou em si como se fosse um bêbado
E furtou no lar como se fosse um pássaro
E se acabou magrão feito um pacote flácido
Agonizou em meio de um açoite público
Morreu no camburão atrapalhando o tráfico

[Verso 2: Victor Vitrola]
Tragou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua lata até como se fosse a única
E cada tiro seu como se fosse o pródigo
E atravessou a boca sem seu passo, bêbado
Pirou o cabeção como se fosse sólido
Curvou pra não encarar quatro pessoas mágicas
Cachimbo pós cachimbo num desejo lógico
Seus olhos alarmados de silêncio e tráfico
Sentou pra viajar como se fosse um príncipe
Comprou e não pagou como se fosse o máximo
Antissocial como se fosse máquina
E descarregou como se ouvisse “próximo”
E tropeçou em si como se fosse música
E furtou no lar como se fosse um sábado
E se acabou magrão feito um pacote tímido
Agonizou em meio de um açoite, náufrago
Morreu no camburão atrapalhando o público

[Verso 3: Victor Vitrola]
Tragou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua lata até como se fosse lógico
Curvou pra não encarar quatro pessoas flácidas
Sentou pra viajar como se fosse pássaro
E furtou no lar como se fosse um príncipe
E se acabou magrão feito um pacote, bêbado
Morreu no camburão atrapalhando o sábado
O tráfico

[Saída: GOG]
Com sua licença, Chico
Sem concessão pra sorrir, direto do pico
Digo ao povo que sofro
Papelão é colchão pra dormir
Pulmões em combustão, louca sensação
Resumo da missão: desconstrução

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