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Letra da música Raízes (Toaster Roots 2)

[Intro]
As vibrações positivas
As vibrações positivas
As vibrações positivas
As vibrações positivas

[Verso 1: Rappin’ Hood]
De um jeito diferente, eu vou chegando
Raízes (raízes)
É o que estou cantando
África (África)
É de onde viemos
Construímos o Brasil que hoje temos
Gratidão certamente não existe
Nem por isso, irmão, eu vou ficar triste
Sou negrão, já falei a vocês
Vamos nos unir, pois essa é nossa vez
De mostrar nossa capacidade
Inteligência, falar a verdade
Na Jamaia (Jamaica)
Vemos a união
Dos pretos lutando, todos num só coração
E mesmo na miséria, a alegria
E cantam o seu reggae noite e dia

[Refrão x2: Funk Buia e Rappin’ Hood]
Capoeira, afoxé para os filhos de Jah
Um estilo diferente pra você escutar
Atabaque, ginga, alegria e berimbau
Ouvindo um rap reggae, se escuta a real
Então, paz, amor é o que Rasta quer
Venceremos o preconceito, irmão, podem ter fé

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[Verso 2: Funk Buia]
És humor todo inseguro, alvo parado é entulho
Deus é maior que o mundo
O poço é grande, o inferno é fundo
Já tô ficando confuso, maluco, bem puto
Zumbi foi afastado, de lado, não apareceu por um acaso
Capacidade e resistência, esse é o símbolo
A luta contra o escravismo, é
Meu rei, insisto: o racismo continua (uô!)
Pele clara ou escura (uô!)
Periférico enviado diretamente do mundo da rua
Violência jamais, viva a ave da paz
Se é preto ou branco, ambos os pombos são iguais
Sem preconceito, com todo respeito
Desconversou, tomou rola
Laiá, vai, vai, vai, vai! Daquele jeito
Se falar gíria é chato, temos problemas mais graves
O ser humano não é um monstro pra viver atrás das grades
Frio: sentimento de sua própria dignidade
Ousadia e inteligência
Um povo bravo, lutador, com muita coragem
Tão levada, controlada, cotidiano é uma batalha
Sou descendente de escravos
Viva a nossa mamãe África

[Refrão: Funk Buia e Rappin’ Hood]
Capoeira, afoxé para os filhos de Jah
Um estilo diferente pra você escutar
Atabaque, ginga, alegria e berimbau
Ouvindo um rap reggae, se escuta a real
Então, paz, amor é o que Rasta quer
Venceremos o preconceito, irmão, podem ter fé
Capoeira, afoxé para os filhos de Jah
Um estilo diferente pra você escutar
Atabaque, ginga, alegria e berimbau
Ouvindo um rap reggae, se escuta a real
Então, paz, amor é o que Rasta quer
Venceremos o preconceito, irmão
Black Alien!

[Verso 3: Black Alien]
Rappin’ Hood, parceiro, muito obrigado
É uma honra pra mim, sou homem honrado
Meu nome é Gustavo de Almeida Ribeiro
Natural de São Gonçalo, Niterói, Rio de Janeiro
Originado, sangue suíço, Portugal, índio e negro
Por isso eu rimo a mil graus, sou um típico brasileiro
Uns me tiram de Exu, maloqueiro, maconheiro
Outros veem, em mim, um pioneiro
Segundo o dicionário, eu vim primeiro
Abri o caminho por onde você faz o seu passeio
Quando não ajudo ninguém, eu fico feio
Você ri da minha aparência, mas não vai rir
Quando descobrir que não pode ver o meu reflexo no espelho
Nem com o rádio dos homens vai entrar na minha frequência
Presta atenção, fedelho (ah!)
Babylon’ll afundar
Mas no meu andar, onde o elevador para
E eu saltar, vai ser sempre um andar acima do seu (ah!)
Aqui rima mais um homem honrado
Por me ser dado espaço
Pra passear no reggae, passo após passo, rima após rima (ah!)
Contamino, como Nagasaki e Hiroshima
Peace, tchau

[Refrão x2: Funk Buia e Rappin’ Hood]
Capoeira, afoxé para os filhos de Jah
Um estilo diferente pra você escutar
Atabaque, ginga, alegria e berimbau
Ouvindo um rap reggae, se escuta a real
Então, paz, amor é o que Rasta quer
Venceremos o preconceito, irmão, podem ter fé

[Outro: Rappin’ Hood]
Pode ter fé, sangue bom
Rap e reggae, frutos da mesma árvore

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