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Letra da música A Voz do Periférico

[Intro]
Tragédia, tragédia, tragédia, clima de tensão
Cenas de tensão e horror (tragédia)
Conflito com a polícia, conflito com a polícia (tragédia)
Policias entraram com cães, bombas e armas pesadas (tragédia)
A ação da polícia foi criminosa, foi criminosa
Se eu precisar da polícia, eu tenho a coragem de chamar a polícia pra me ajudar

[Verso 1: Dum-Dum, Branco P9]
Na trincheira, nas batalhas não perco a esperança
Salve, Baixada, família, Conecta Drama
Diamantes vem da lama, é raridade
Falsos MC’s pregam na letra humildade
O dinheiro comprou o homem de Deus
Que jurava lealdade, se corrompeu
Cadê você? Cadê aquele mano?
Lado a lado pronto pra acionar os cano
Cadê você? Onde cê tava quando eu precisei?
Cadê a consciência que por noites eu recitei?
Cadê você quando eu era mais um?
Pensei, “muito obrigado”, aqui é o Dum-Dum
Facção, cuzão, não muda ideologia
Cadê você na solidão da noite fria?
Não vejo mais os guerreiro na arena
Lutando contra o movimento, anti-sistema
Se escondeu, cade você, Mister M?
O campo é minado, o crime não é o creme
A voz do periférico bota pra foder
Onde cê tava até agora?
Meu Deus, cadê você?
Só visa cifrão, só pensa em você
Pilantra, maldito, tem mais que morrer
Repressão policial no Brasil é violenta
A vaca presidenta aniquila de ponto 40
O futebol, incentivo das criança
Tá no pé no morro, de fuzil e lança-chama
O sistema é falho, a balança da justiça
Não troco dignidade pelo bem capitalista
Não quero me armar, não quero ser vilão
Não quero me iludir na porra da ostentação
Cadê você dando assistência pros menino?
Cadê a liberdade dos privado benefício?
Ano após ano observo a mesma fita
Cadê você no protesto da carnificina?
Cadê você, linha de frente, que falava
Até o fim, até a última goma de lágrima

[Refrão]
Clima de tensão
Cenas de tensão e horror (tragédia)
Conflito com a polícia
Policiais entraram com cães, bombas e armas pesadas
A ação da polícia foi criminosa

[Verso 2: Branco P9]
Então, Dum-Dum, aí, fodeu
Cansamo de falar, ninguém viu
Não é Iraque, é Brasil
Não é oitão, é fuzil
Pela Faixa de Gaza, em várias casa caiu
Cê tá com medo, então vaza
Bem-vindo à guerra civil
Resistir é difícil: fugir do crime, do vício
Início do precipício, negaram seu benefício
O momento é propício pra nós, é ossos do ofício
O rap é nosso negócio, nós num vacila, patrício
Exército, PM, polícia civil e o GOE
Tanta ciência pra nada se a consciência destrói
Leva o Estado à falência, joga areia nos “zoi”
Favela é favela, e ela não cola com os boy
Egocentrismo, capitalismo desenfreado
A porta do abismo tá do lado
Porra, os mano armado, carro blindado (porra)
Você já sabe o resultado
É nós de novo, sem dar mancada
Corpo presente, mente engatilhada
Várias no pente, de mão armada, inteligente
Nós não agrada, não pega nada
Mas nós não mente
[Author awards?] do crime consciente
Quanto vale a voto onde a vida é indiferente?
É pela voz que nós bate de frente
O comando é o mesmo e que se foda o presidente
São vários anos, luta e alienação
São vários anos, o topo nos mostra a canção
Cadê os manos?
O seu herói virou vilão, é foda
Os verdadeiro cabem numa mão
Há vinte anos atrás cê nem cantava e eu tava de escopeta e touca balaclava
Há vinte anos atrás você sonhava quando a polícia já me procurava
O mesmo tema: fugir da algema
Problema cívico, qual é a pena?
Meu crime é lírico, problema químico, problema clínico
Cara ou coroa, sistema cínico?
A mesma cena, mesmo dilema
Não quero pena, não tenho a intenção de ser pacífico
Bandido vira doutor, doutor que vira refém
O certo é certo e vira errado quando se convém
A guerra é fria, morô? Mas chapa é quente também
Já que o enquadro é pecado, Deus é uma nota de cem
Tão na favela a mil, tem um moleque ferido
Devia nada, correu, foi pro fundo do bandido
O crime que não é seu, na hora errada, fodeu
Só por você ter o azar de apenas ser parecido
Sai da frente, o clima é quente
Lá vem a tropa, o choque, o polícia troca o pente
Infelizmente o desespero dos parente
Ninguém é loki, mas tem vários inocente, porra
Alguém socorra, querem que morra
Se sobrevive, ainda mandam pra masmorra
O sistema é frio, sombrio
O mundo assiste, difícil ver alguém dizer que não existe
Tá tudo aí pra quem quiser ver, pra quem quiser ter
Pra escolher: metralhadora ou PT
Não vou mentir nem omitir pra você
Não é difícil escolher pra quem nasceu pra morrer
São vários os motivos, somos alvos vivos
Nós não somos salvos porque somos ofensivos
Somos perseguidos, queimam-se os arquivos
Falta consciência onde sobram distintivos
Manda bala, Dum-Dum, o bom soldado não caí
É Facção e Pavilhão, carai

[Refrão]
Clima de tensão
Cenas de tensão e horror (tragédia)
Conflito com a polícia
Policiais entraram com cães, bombas e armas pesadas
A ação da polícia foi criminosa

[Outro: Vários]
Aqui quem fala é o GOG, com a voz da periferia
Lucas Levíticos RAP, a voz do periférico
Lauren, sua irmã de fé, a voz do periférico
Dj Luiz Só Monstro, a voz do periférico
Aqui é o Bad, com a voz do periférico
Aqui quem fala é o Crônica, a voz do periférico
Salve, sou Wgi, e sou a voz do periférico, monstro
Eu sou Erick J, a voz do periférico
Aqui é Dj Gato Magro, da Baixa Santista, com a voz do periférico
Aqui Dj Bola 8, eu também sou a voz do periférico, paz
Nove de Julho, Pitu Ferradura, eu também sou a voz do periférico
Aqui é o Tucão, do CO2, a voz do periférico
Aqui é o DJ Hélio [Prenco?], na Mix, e eu também sou a voz do periférico
Pedro, Rota do Crime, Sobradinho, DF, eu também sou a voz do periférico
Salve, faccionários, aqui quem fala é Rei Servo, de Brasília, eu também sou a voz do periférico, paz
Salve, salve, faccionários, sou [Giovane Caege?], Caraguá, Brasília, Distrito Federal, eu também sou a voz do periférico
Salve, salve, aí, comunidade rap de todo o Brasil, por aqui Dj Jamaika, Ceilândia, DF, eu também sou a voz do periférico, é nóis, atividade
Salve, salve, rapaziada, aqui quem fala é Douglas, Realidade Cruel Pode acreditar, mais uma vez chegando pra somar
Irmão do Facção Central, Dum-Dum e toda sua família é a voz do periférico
Salve, salve, Pastor Ton, Gospel Gansgsta’s Brasil, também sou a voz do periférico
Salve, salve, Ndee Naldinho falando diretamente do Jardim Brasília, Zona Norte de SP e Diadema, também sou a voz do periférico, pode crer
Salve, salve, aqui quem fala é Smith, Apologia do Gueto, diretamente de Fortaleza no Ceará, eu também sou a voz do periférico
Kimberly, Facção Central, eu também sou a voz do periférico
Aqui é o Big da Godoy, pela Fundão Capão, eu também sou a voz do periférico
Salve, salve, galera, aqui Dj Pantera, e eu também sou a voz do periférico
Lado leste, Preto Aplick, CH, eu também sou a voz do periférico
Alex Street & Maloka Imperial, aqui também é a voz do periférico, morô, rapaz?
Aqui quem fala é LO, Cartel Gangsta, PE, a voz do periférico
Aqui é Maurício DTS, Detentos do Rap, eu também sou a voz do periférico
Salve, salve, aqui é Mandrake, Portal Rap Nacional e tal, certo?
Juntamente com o Facção Central, eu também sou a voz do periférico

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