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Letra da música Vida Loka I

[Intro]
Mano Brown: Vagabunda… Queria atacar do malucão, usou meu nome. O pipoca abraçou, foi na porta da minha casa lá, botou pânico em todo mundo três horas da tarde, eu não tava lá. Vai vendo…
Negredo: Mas aí, Brown, ó. Tem uns tipo de mulher aí, truta, que não dá nem pra comentar…
Mano Brown: E eu nem sei quem é os maluco, isso que é foda…
Edi Rock:Ih, vamo atrás desses pipoca aí, e já era
Mano Brown: Ir atrás de quem? E aonde? Sei nem quem é, mano. Mano, não devo, não temo, dá meu copo que já era

[Interlúdio]
Abraão: E aí, bandido mau, como é que é, meu parceiro?
Mano Brown: E aí, Abraão. Firmão, truta?
Abraão: Firmeza total, ó Brown. E a quebrada aí, irmão?
Mano Brown: Tá a pampa. Aí, fiquei sabendo do seu pai, aí… lamentável, truta, mó sentimento mesmo, hein mano
Abraão: Vai vendo, Brown, meu pai morreu, nem deixaram eu ir no enterro do meu coroa, irmão
Mano Brown: Cê é louco… Cê tava onde na hora, mano?
Abraão: Eu tava batendo uma bola, meu. Fiquei na mó neurose, irmão
Mano Brown: Aí foram te avisar?
Abraão: Aí vieram me avisar. Mas tá firmão, Brown, tô firmão… Logo mais eu tô aí na quebrada com vocês aí
Mano Brown: É quente. Na rua também não tá fácil não, morô, truta… Uns juntando inimigo, outros juntando dinheiro… Sempre tem um pra testar sua fé, mas tá ligado… Sempre tem um corre a mais pra fazer. Aí, mano, liga… liga nóis aí qualquer coisa, cê tá ligado, mano. É lado a lado nóis até o fim, morô irmão?
Abraão: Tô ligado

[Verso 1: Mano Brown]
Fé em Deus que ele é Justo, ei irmão, nunca se esqueça
Na guarda, guerreiro, levanta a cabeça
Truta, onde estiver, seja lá como for
Tenha fé porque até no lixão nasce flor
Ore por nós, pastor, lembra da gente
No culto dessa noite, firmão, segue quente
Admiro os crente, dá licença aqui
Mó função, mó tabela, ho, desculpa aí
Eu me sinto às vezes meio, pá, inseguro
Que nem um vira-lata sem fé no futuro
Vem alguém lá. Quem é quem, quem será? meu bom
Dá meu brinquedo de furar moletom
Porque os bico que me vê com os truta na balada
Tenta ver, quer saber de mim, não vê nada
Porque a confiança é uma mulher ingrata
Que te beija, e te abraça, te rouba e te mata
Desacreditar? Nem pensar, só naquela
Se uma mosca ameaçar me catar piso nela
O bico deu mó guela, ó
Pique bandidão foi em casa na missão: Me trombar na Cohab
De camisa larga, vai saber, Deus que sabe
Qual é a maldade comigo, inimigo no migué
Tocou a campainha “Plim” pra tramar meu fim
Dois maluco armado sim, um isqueiro e um estopim
Ponto pra chamar minha preta pra falar
Que eu comi a mina dele, rá, se ela tava lá
Vadia, mentirosa, nunca vi, deu mó fáia
Espírito do mal, cão de buceta e saia
Talarico nunca fui, é o seguinte
Ando certo pelo certo, como dez e dez é vinte
E já pensou, doido, e se eu tô com o meu filho
No sofá, de vacilo, desarmado, era aquilo
Sem culpa e sem chance, nem pra abrir a boca
Ia nessa sem saber, (pro cê vêr), Vida Loka!

[Interlúdio]
Abraão: E aí, Brown, nóis tá aqui dentro, mas demorô, truta, liga nóis, irmão
Mano Brown: Não, truta, aí, jamais vou levar problema pro cês. Nóis resolve na rua, e rapidinho também. Mas aí, nem esquenta… Aí, e aquele jogo lá do final do ano que cê falou?
Abraão: Então, truta, demorô ó. No final do ano nós vamo marcar aquele jogo lá. Vem você, o Blue, os cara do Racionais tudo aí, morô, meu? Visita aqui é sagrada, safado não atravessa não, morô?

[Verso 2: Mano Brown]
Mas na rua não é não. Até jack, tem quem passe um pano
Impostor, pé de breque, passa por malandro
A inveja existe, e a cada dez, cinco é na maldade
A mãe dos pecado capital é a vaidade
Mas se é para resolver, se envolver, vai meu nome
Eu vou fazer o quê, se cadeia é pra homem?
Malandrão? Eu não, ninguém é bobo
Se quer guerra, terá; se quer paz, quero em dobro
Mas verme é verme, é o que é
Rastejando no chão, sempre embaixo do pé
E fala uma, duas vez, se marcar até três
Na quarta, xeque-mate que nem no xadrez
Eu sou guerreiro do rap, e sempre em alta voltagem
Um por um, Deus por nós, tô aqui de passagem
Vida Loka! Eu não tenho dom pra vítima
Justiça e liberdade, a causa é legítima
Meu rap faz o cântico dos louco e dos romântico
Vou pôr um sorriso de criança onde for
Pros parceiros, tenho a oferecer minha presença
Talvez até confusa, mas real e intensa
Meu melhor Marvin Gaye, sabadão na marginal
O que será, será, é nóis, vamo até o final
Liga eu, liga nós, onde preciso for
No Paraíso ou no Dia do Juízo, pastor
E liga eu e os irmão, é o ponto que eu peço
Favela Fundão, imortal nos meus versos
Vida Loka!

[Outro]
Abraão: E aí, Brown, e os pião, irmão?
Mano Brown: Tô com os mano aí, eu vou.. tô indo ali na Zona Leste ali. Tipo umas 11 horas eu já tô voltando já, morô irmão?
Abraão: Aí, Brown, se pá é a contagem, morô mano? Aí, eu vou desligar, mas manda um salve pros manos aí da quebrada aí, morô? Pro Gil, morô mano? Pro Batatão, pro Pacheco, pro Porquinho, pro Xandi, pro Dé, morô meu? Aí, e no dia do jogo, morô? Os manos do Exaltasamba vai vir. Manda um salve pro Binha lá, morô Brown? Fica com Deus, irmão

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