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Letra da música O Gatilho

[Intro: Sabotage]
É, mano, meu mano Deda sempre falou:
Quem não tiver um proceder, mano, vish… Tá fodido, haha
É, mas é o seguinte, mano, eu vou conseguir lutar
Pela periferia do Canão, Boqueirão, Ipiranga
É, mano
Oh, please! Vários manos, oh, please, oh, please, oh, please
Pode acreditar, oh, please!
E os loucos chegam assim

[Refrão: Sabotage]
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, te pode submeter
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, você só vai se submeter
Às exigências que o medo pode te oferecer
Sei que as leis são rudes, ha, ladrão!
Eu sei que a lei é rude, talvez me escute, é
Cordial, temos que ser, prevalecer impune

[Verso 1: Sabotage]
Mas nunca mude!
E dando ouvidos fiz o que pude
É…. fiz o melhor que pude
Quem tá na nóia não dorme, vê lobisomem
Qualquer esquina delirante, hilariante
Mas pros manos que fazem o crime é, firme
Armas de grosso calibre, há quem revide a blitz
Que Deus me livre!
A fome a cada dia faz um ser pro crime
Ser pobre não é querer nascer humilde
Requinte, age na humilde mais que vinte
Periferia é o seguinte, realidade vive
Pode crer, daria um filme
Massacre, desossaram, protege de R-15
Os que apavora, apavorados serão na quebrada
Ser malandro num é marcação, jão, se joga
Aqui fora o mundo, a rua, as minas continua
Curtindo a maior lua, ráá…

[Refrão: Sabotage]
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, te pode submeter
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, você só vai se submeter
Às exigências que o medo pode te oferecer
Sei que as leis são rude, rá ladrão!
Eu sei que a lei é rude, talvez me escute, é…
Cordial temos que ser, prevalecer impune

[Verso 2: Sabotage]
Voando, saem os homens avoado
Descabelado, mesmo fartos de achar tumultuado
Acorda cedo, lava o rosto, disposto
Faço a prece, um tormento, um momento, o arrebento, ele é a febre
Reclama, cada vida mora lá na vila
Participa disposto a tudo
Rancoroso, se vai, ele trás muito
Ele é piolho, sem dar pipoco
No sapatinho inimigo tenebroso, bicho solto
Pra que todos não acha pouco
Se alguém aprende, ele é o oposto
A guerra lá na sul não terminou
Vejo o meu povo correndo assustado
Com salseiro, medo
Na quebrada, aberta a caça aos dedos de gesso
Pode crer, um terrível pesadelo
Carro frio, ganso, embalo
Menor descabelado, playboy de som no talo, talo

[Refrão: Sabotage]
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, te pode submeter
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, você só vai se submeter
Às exigências que o medo pode te oferecer
Sei que as leis são rude, rá ladrão!
Eu sei que a lei é rude, talvez me escute, é…
Cordial temos que ser, prevalecer impune

[Verso 3: Sabotage]
Na favela várias minas de [milikia?]
Falta de crença, vendeu sua TV, virou cantina
Criança perdida, é uma criança iludida
Ontem sonho em ter uma boneca, hoje quer ser a Tiazinha
Rá! Uma maneira de ser Feiticeira pra hipnotizar
Às vezes fixa, acredita em ser melhor modelo
Pode crer, hoje a Itália, a China
O itinerário do puteiro, descabelo
Cruel, quase nua
Não posso me iludir, muitas delas diz
Não andam de Bis, 7 galo sim, CBR 1100 cilindrada
A mesma loira que o Brown falou, colou na quebrada
De mini-blusa, minissaia, armadilha armada
Por baixo quase nada, causou revolta, gostosa, safada
Olha só quem deu risada, não digo nem pro itinerário
O pesadelo
Rá, eu falo sempre pelo contrário
Ré, não pelos otários
Mas para os caras fracos, ser o bicho é comer rápido
É, a vida vale mais que a curtição de sábado

[Refrão: Sabotage]
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, te pode submeter
Com paciência, você consegue vencer
Como consequência, você só vai se submeter
Às exigências que o medo pode te oferecer
Sei que as leis são rude, rá ladrão!
Eu sei que a lei é rude, talvez me escute, é…
Cordial temos que ser, prevalecer impune

[Verso 4:]
Seja em tempos de bonança, ou em tempos de tempestade de verdade
Maurinho, Mauro Mateus, vulgo Sabotage, compadre
Sinto saudades reais
Das novidades, das risadas, das ideias avançadas
Que fizeram a cabeça de tanta gente ao longo desses anos
Continuam por aí, pairando no ar
Inspirando quem segue, quem inicia a saga, de começar a rimar
Pois é, compadre, vou te falar
O dono do mundo agora é preto, tá sabendo disso?
Se isso é sinal de mudança no mundo?
Porra, compadre, não sei mesmo, não sei
Eu sigo na minha lei, na minha premissa
Um olho no padre, e outro na missa
Mas sempre com paciência

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