
Mala
Tamara Franklin
- Participação de Lukynha
- Produzida por Abu
- Mixada por Abu e Masterizada por Abu
Presente no disco Mala (2026).
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Letra da música Mala
Nem fudendo eles me pega
E eu já acelerei o Opala
Minha negona no carona
Já é de costume não dar pala
Cada quebrada tem suas regras
E a rua não admite falhas
Preta, mala, os preto mala nos beco
Nós mala no asfalto, nós mala, mala
Os homens de uniforme estão tomando as ruas
E eu tenho alguns flagrantes no meu porta-malas
O dia tá quente, eu tenho sangue frio
E eu tenho um homem preso no meu porta-malas
É que eu andei lendo Garvey e Malcolm X
E acordei disposta a corrigir umas falhas
Eu acordei disposta a vencer as batalhas
Goiânia cena viva, as irmãs metralha
A inveja do inimigo não me atrapalha
A língua do inimigo não me atrapalha
A espada do inimigo não me alcançará
Nkosi yе não me desampara
E eu quero minhas irmãs por perto, cеrto pelo certo
Na selva de concreto é um fechado e outro aberto
Dando papo reto, proceder direto
Exaltando meu ego pra nenhum pilantra querer me tirar de otária
O futuro é incerto, miragens no deserto
Raízes firmes se fazem mais do que necessárias
Cuidando do meu juízo sem danos ou prejuízos
Mandando barrar os otário na porta do paraíso
Ó
Nem fudendo eles me pega
E eu já acelerei o Opala
Minha negona no carona
Já é de costume não dar pala
Cada quebrada tem suas regras
Então cuidado com o que fala
As preta, mala, os preto mala nos beco
Nós mala no asfalto, nós mala, mala
Os MC de fraude, os bandidão de fralda
Faz do crime creme pra passar na pele
Mas dizem que minha pele é a pele do crime
A cor da pele que a bala perdida fere
O enredo me lembra o terror de Jordan Peele
Pus fogo na bomba pra não perder a febre
Tava no roteiro fazer cena de filme
Descarregar o oitão enquanto o sangue ferve
Cê já pensou se eu marco pra esses canalha
Se eu tropeço ou deixo falha?
Era uma vez Tamara
E por isso era uma vez um segurança
Me seguindo no mercado
Amarrado dentro do meu porta-malas
Me mantenho em movimento
Uma vez que sou um alvo
Alvos que se movimentam
Não é tão fácil alvejá-los
Me defendo atacando
Rota de fuga pelando
Fechada com as mais bandida
Seguimo acelerando
E eu quero minhas irmãs por perto, certo pelo certo
Na selva de concreto é um fechado e outro aberto
Dando papo reto, proceder direto
Exaltando meu ego pra nenhum pilantra querer me tirar de otária
O álibi perfeito sem titubear
E sangue no olho pra se preciso sentar bala
O foda é que eles subestimam
Mas gata eu vou fundo nisso
Baby eu sou o próprio abismo
Então deixa que o mundo caia
Nem fudendo eles me pega
E eu já acelerei o Opala
Minha negona no carona
Já é de costume não dar pala
Cada quebrada tem suas regras
E é sem dar pano pra canalha
As preta, mala, os preto mala nos beco
Nós mala no asfalto, nós mala, mala
