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Letra da música De Angola

[Intro]
CHF original

[Verso 1: Flacko]
Nasceu preto, já oprimido
Culpa do Estado, governo medíocre
Financiam arma, drogas e trio
Mas não ensinam o menor a ler um livro
Ó pátria amada, ó mãe gentil
Investe em arte invés de fuzil
Pretos morrendo sem objetivo
Na mente do pai: “Cadê meu filho?”
Gente morrendo sem explicação
Tudo por causa das operação
Vejo essa porra como opressão
Na nossa mente isso não foi em vão
Sou porta guarda da minha favela
Falo o que vejo e vivo da tutela
Cortando beco, ruas e viеla
Quebro correntes quе nunca se quebra
Aí vê na humildade tu ganha montão
Vários se ilude que aqui tá bom
Judaria sobe, bonde não perdoa
Deu mole no crime, tu morre com a roupa
Aprendizado que eu levei pra vida
Quem nasce buceta nunca vai ser pica
Fiz chover whisky, eu colo de preto
Nunca subestime nenhum jovem negro

[Verso 2: Edi Rock]
Ser preto na vida é difícil, mano
Quem não é não imagina o que é ser, meu mano
No Brasil, só bala de fuzil riscando
Se moscar, mata ‘ocê e mais um fulano
Por raiva, por ódio e por encomenda
Se o cabelo é crespo, mais uma prenda
Na fila do Bradesco nenhuma renda
No seu cu é refresco, mas não pimenta
Mas tô correndo por fora (fora)
Lá na frente, nós tromba, se encontra (encontra)
Trabalho ganhando por hora
Tecnologia da hora, é de ponta (ponta)
Vários que corre e não conta (conta)
Mas te falo quem corre é a bola (bola)
Eu vim do campinho de terra
Seu futebol lá na quebrada, não rola

[Refrão: Edi Rock]
Só de Angola, quem cola eu sei
Na madrugada, Angola sem lei
Denunciaram uma bala perdida
Uma vida bandida em nome do Rei
Olha no espelho o vermelho de sangue
‘Tão dizimando famílias e gangues
Preto é preto, parado, suspeito
Sangue escorre no peito jogado no Mangue
Só de Angola, quem cola eu sei
Na madrugada, Angola sem lei
Denunciaram uma bala perdida
Uma vida bandida em nome do Rei
Olha no espelho o vermelho de sangue
‘Tão dizimando famílias e gangues
Preto é preto, parado, suspeito
Sangue escorre no peito jogado no Mangue

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